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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

The Hobbit - O filme


Sim sim sim... Fomos ao cinema ver The Hobbit...

Não vou falar aqui da minha eterna insatisfação com os filmes baseados em livros do Tolkien. Na minha ignóbil opinião, são produções tão grandiosas, que a história se perde e só ficam as cenas e os efeitos especiais.

Mas ok ok ok, apesar dos pesares até gostei do filme, dei umas risadas, enchi os olhinhos de lágrimas, dá pra engolir... Mas a verdade é que não sou lá muito fã das batalhas da Terra-Média, elfos, batalha de anões, orcs, dragões ensandecidos, mas enfim... 

O Thorin é "sangui nus zóio"
No entanto, é claro que tem mais uma coisa que me deixou intrigada nessa história toda: o capitalismo selvagem e a certeza do estúdio de que somos idiotas!

Chegamos no cinema achando que seria um único filme, afinal... é um único livro, mas não... eles arrastaram tanto a história, que fizeram dela uma coisa elástica (teve uma hora que não aguentávamos mais ficar sentados na cadeira). Para se ter uma ideia, incluíram até cenas que não estão no livro pra quê? pra quê? pra quê?

Para fazer uma trilogia: afinal, para que 1 ingresso, se podemos pagar 3 ???  Ich will Geld!!!!

PALMAS PRA ELES !!!

OBS: Adorei a música que a Companhia dos Anões cantou na casa do Hobbit antes de irem embora e também a música que começa na entrada dos créditos...

Quem quiser conferir, postei o vídeo da música aí embaixo - a outra música eu não achei:

domingo, 26 de setembro de 2010

Meu Malvado Favorito

Não é nenhum segredo o fato de eu adorar animações. Podem falar o que quiserem, que é infantil, que isso, que aquilo, mas eu aaaaddddooorrrroooo!!!

Por conta disso, fui toda feliz e contente assistir Meu Malvado Favorito (Despicable Me), levando a tira-colo o nada satisfeito Luiz, que não é lá muito fã desse tipo de filme.

Mas enfim, consegui carregá-lo e, para minha surpresa, ele também gostou das maldades despretensiosas de Gru, um super vilão que planeja roubar a lua, mas que no meio do caminho é "obrigado" a adotar três lindas orfãs, Margo, Edith e Agnes, que o ajudam a aplacar a solidão.

Para ajudá-lo a roubar a lua, Gru conta com um adorável exército de coisinhas amarelas, que até agora não descobri o que são, mas que são hilários. (eu quero um pra mim!!!)

Então, se você assim como eu gosta de uma boa animação, garanto que essa aí vale muito mais que a pipoca.

Aproveite!!!


domingo, 5 de setembro de 2010

Whatever Works, Woody Allen...

Ontem, Luiz e eu resolvemos nos entreter diante da grande tela vendo o último filme de Woody Allen, "Whatever Works", com o título traduzido por algum motivo desconhecido para "Tudo Pode Dar Certo", que não combina em nada com o filme, mas que em terras tupiniquins ficou assim mesmo.

Pois bem, entramos na sala escura sem saber o que esperar, sem nenhuma informação prévia do que se tratava ou da crítica, talvez a melhor coisa a se fazer antes de ver um filme. Chegar lá neutro, sem opiniões pré-formadas, somente esperando o melhor que o filme pode te oferecer. E no caso de "Whatever Works", a coisa deu certo. Adoramos o filme.

A história fala sobre as neuroses do cotidiano, cinismo, ironia e da busca pelo que funciona para cada um. É uma espécie de monólogo com personagens que ajudam a dar vida a uma história aparentemente incomum, mas nem tanto, cheia de reviravoltas que ajudam a materializar a reflexão sobre o sentido da vida, escolhas e suas consequências.

Tudo se passa em Nova Iorque, cidade que acaba virando mais um dos personagens da história contada pelo rabugento misantropo ateu Boris Yellnikoff, que por obra do destino acaba tendo que conviver com a inocente garota do Mississipi, Melody Celestine. É a história desses dois personagens que o filme desenvolve, mas... não vou contar mais nada para não estragar a surpresa agradável que o filme reserva. 

Portanto, se você tiver um tempinho, aproveite... Tenho certeza de que você, assim como eu, achará que o filme vale muito mais do que a pipoca...

domingo, 24 de janeiro de 2010

Mary and Max: O filme...

Mary and Max é um longa de animação, com massinha em stopmotion, que fala sobre humor, solidão e amizade com maestria e sensibilidade.

Mary Daisy Dinkle é uma australiana de 8 anos que tem uma marca de nascença na testa cor de cocô. Ela é uma criança solitária, filha de uma mãe alcóolatra que quando vai às compras quase sempre esconde mercadorias debaixo das roupas. Numa de suas saídas com sua mãe, Mary tem uma ideia: mandar uma carta para um nome da lista telefônica, para assim, talvez, encontrar um amigo.

É aí que Max Jerry Horovitz entra na história. Ele é um tímido novaiorquino viciado em chocolate de 44 anos que frequenta o vigilantes do peso e sofre ataques de ansiedade, e que, num dia aparentemente normal, recebe a curiosa carta de Mary.

A partir daí, os dois começam uma linda e divertida amizade por correspondência que dura por anos e que encanta a todos que sentam na frente da telinha. Vale a pena dar atenção aos detalhes, tanto do cenário quanto dos personagens.

É isso aí, se alguém estiver na procura de um tempo de diversão e encantamento, Mary and Max é a escolha certa.

Para ver o trailer dessa maravilha, é só ver um dos meus posts anteriores: Mary and Max...

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

500 days of Summer...

500 days of Summer é uma leve e divertida comédia romântica que conta os 500 dias de um relacionamento entre um espírito livre que não acredita no amor e um arquiteto-escritor de cartões comemorativos apaixonado.

O título dessa película é um trocadilho muito bacana entre o nome da personagem Summer e o verão, dando a ideia exata da história de amor contada no longa do diretor Marc Webb.

Nesse filme, a partir da visão de Tom (Joseph Gordon-Levitt), são contados em pequenas histórias curtas que aparecem fora da ordem cronológica, seus dezesseis meses de relacionamento com Summer (Zooey Deschanel).

Portanto, para quem ainda não viu e deseja passar um tempinho relaxando na frente da TV, é só escolher 500 days of Summer e aproveitar escutando algumas pérolas musicais dos anos 80 e a linda voz de Regina Spektor.



segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Partly Cloudy...

Quem ainda não viu o curta da Pixar, Partly Cloudy, tem que conferir. Na verdade, só de saber que é da Pixar já dá pra confiar que é coisa boa na certa...
Esse curta mostra como são feitos os bebês, de como há uma verdadeira linha de montagem lá no céu, e a linda harmonia que existe entre as nuvens e as cegonhas. É lindo. Assim, pra quem não viu:

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O Senhor é um fanfarrão!!!

Ontem passou o filme Tropa de Elite na Record. A emissora anunciou aos quatro ventos que o filme iniciaria 22:30hs. Pois bem, no horário anunciado sentamos na frente da TV para rever o ganhador do Urso de Ouro no Festival de Berlim. Aí, percebemos que o quê estava iniciando mesmo era a novela Poder Paralelo. Pronto, descobrimos que tinhamos caído em mais uma das armações da emissora do Bispo. Poxa, 22:30h não são 23:30h. Na realidade, esta foi uma manobra de marketing descarada para aumentar o ibope do folhetim, mas enfim... acabamos sendo obrigados a ver a novelinha também...

Bom, voltando ao assunto do filme, acho Tropa de Elite um ótimo filme. Claro que com algumas ressalvas, mas ainda assim um ótimo filme. Passando por cima das cenas de violência gratuita, o filme retrata muito bem o que acontece com o "sistema".

Ele mostra como é complicado fazer parte da polícia brasileira, que é composta de pais de família que recebem uma merreca para se arriscarem a deixar viúvas e órfãos por aí. Acho que no contexto atual, nem se o salário fosse altíssimo esse problema seria resolvido. Todas as atitudes retratadas na telinha já estão arraigadas no "sistema", e sempre iria ter alguém querendo mais. Para isso mudar é preciso muito, a começar pela educação do povo, mas isso é uma outra história...

Contudo, concordo plenamente que existem policiais que querem fazer a coisa certa, que sonham em resolver os problemas da Sociedade, mas que são tolhidos pelo próprio "sistema" do qual fazem parte. Eu, pessoalmente, conheço uma passoa assim, que é como o 05. Aliás, essa é uma das pessoas que eu mais admiro e torço nessa terra, é alguém de quem eu me orgulho apenas por ser sua amiga. Um policial que honra o uniforme - apesar dele ser da civil.

A história de Tropa de Elite versa sobre temas complicados como oportunidade, favela, tráfico, corrupção, pobreza, drogas, tortura, classe média/alta, violência e sobrevivência. Ela mostra que aquele estudante que fuma uma ervinha de vez em quando também ajuda a fomentar o crime, que a culpa da violência também é dele. Claro que tem quem não concorde com essa visão, que entende que não são estes pequenos usuários que ajudam a criminalidade, mas não há como não perceber que tudo está interligado, que isso é como a cadeia alimentar, o maior também precisa daquele pequenino para sobreviver. É a lei da selva.

Quem leu o livro diz que o filme é muito fiel à história, o que é uma ótima coisa. Além disso, acho que poucos filmes ficaram na mente das pessoas como esse. Quem já não ouviu: "O senhor é um fanfarrão!", "Pede pra sair", "Você é estudante? Sabe voar?", "Não vai subir ninguém!", "Se você quer rir, tem que fazer rir!", "Tu não é caveira! Tu é moleque!", "Na cara não! Pra não estragar o velório!", "Tá com nojinho?", "07, dá a doze aí!', e tantas outras pérolas que viraram uma espécie de dito popular.

O Wagner Moura (Capitão Nascimento), mostra mais uma vez que é um ator de "catiguria". Realmente não dá pra assistir o filme e não perceber que o cara é bom pra burro. O elenco tá recheado de ator bom, que encarnou seu personagen diante das câmeras, ajudando a entender porque o filme ganhou o Urso de Ouro. Enfim, o conjunto da obra consegue convencer e acabar com aquele ar de trabalho realizado, afinal para o BOPE, missão dada é missão cumprida!

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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Mary & Max...

Essa animação foi uma excelente dica do Pedrin. É um longa super bem feito e emocionante. Quem não viu, tem que ver. É uma linda história de amizade entre duas pessoas que jamais se encontrariam, não fosse o acaso. O Pedrin mandou muito bem na dica:


domingo, 6 de dezembro de 2009

Os filmes mais toscos da história...

Hoje estava lembrando dos filmes mais toscos da história, aqueles que passaram na televisão. Será que teve filme mais tosco que A Bolha Assassina, A Coisa e A Mosca???

A Bolha se alimentava de qualquer coisa viva que passasse na sua frente, um nojo só. A Coisa era uma geleia branca bem gosmenta que matava a galera, e A Mosca era aquele filme que um cientista inventa uma máquina de teletransporte e uma mosca enxerida entra na cabine bem na hora do experimento e o cara virava o homem-mosca.

Nossa, era mesmo muita tosquice. Mas apesar disso, todos nós vimos esses filmes, e até ficamos com medo da bolha ou da coisa. Acho que a infância/adolescência do final do século XX não seria a mesma sem os filmes tranqueira que todos nós assistimos na TV.

Existem muitos outros esperando pra entrar na lista, você se lembra de mais algum???  

domingo, 29 de novembro de 2009

Julie & Julia


Não perca tempo assistindo Julie & Julia (2009), o novo filme de Nora Ephron. Este é mais um daqueles filmes que não contam nenhuma história que valha a pena ser vista. O filme é baseado em duas histórias reais, chatíssimas:

Uma novaiorquina moradora do Queens (Amy Adams), na casa dos 30, operadora de telemarketing sem futuras perspectivas, resolve escrever um blog baseado em receitas culinárias francesas escritas pela mulher de um funcionário da embaixada americana (Meryl Streep), frustrada por não ter filhos, na Paris das décadas de 50/60.

Meryl Streep atua tão efusivamente que chega a irritar. Amy Adams interpreta uma chata e insegura aspirante de chef. Enfim, um filme que não vale nem a pipoca.

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

2012...

Ontem resolvemos ir ao cinema...

Pois bem, como eu sou uma pessoa antenadíssima no mundo cinematográfico, cheguei no Cinemark sem nem mesmo saber qual filme seria visto e, muito menos, do que os que estavam em cartaz se tratavam... A escolha estava bem assim: ou escolhia o filme do Michael Jackson ou escolhia o 2012...

Depois de muito pensar, chegamos à conclusão de que o Michael não ia rolar, porque filme de celebridade excêntrica que acabou de bater as botas é fogo na roupa, então... 2012 na cabeça.

Depois de pagar os ingressos, descobri que o filme era sobre a catástrofe que irá assolar o mundo em 2012 e matar toda a galera da terra, previsão esta feita por uma "pá" de gente, inclusive pelos nossos primitos Maias...

Entrei na sala achando que ia ver mais uma daquelas porcarias de filmes catastróficos em que os USA salvam o mundo... e na verdade não me enganei, é isso mesmo, o primeiro lugar a ser destruído é Los Angeles, o presidente estadunidense é o cara mais altruísta do mundo... blá, blá, blá...

Mas me enganei quando pensei que o filme seria um lixo. Claro que não é o melhor filme que eu já vi na minha vida, mas conseguiu prender minha atenção, e um pouco da minha respiração, pelas duas horas e meia de duração. Uma parte engraçada é quando passa o Cristo Redentor caindo e o apresentador de televisão falando "Óh Meu Deus! O Cristo está caindo...", hahaha...

Fiquei surpresa, positivamente, quando descobri, já sentadinha na minha poltrona, que o John Cusack e o Woody Harrelson fazem parte do elenco. E sabe que a película flui, prendendo a atenção do começo até o final, fazendo com que aquelas duas horas e meia não sejam tão cansativas.

Pode não ser o filme do ano, mas dá pra passar um tempinho sentado na cadeira sem achar que jogou dinheiro fora. Se não pela história, que não é lá grande coisa, pelo menos pelos efeitos razoáveis do Roland Emmerich, que adora destruir tudo o que tem pelo caminho.

O final é meio humorista... mas dá pra encarar...

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A Era do Gelo 3...

Saindo da política... ontem a galera decidiu ir ao cinema...

Fomos ver a "Era do Gelo 3"... Isso mesmo, desenho no cinema...

E pra acabar de ajudar o filme era em 3D...

Só tenho uma coisa para dizer: este filme é tão bom quanto os anteriores!

A história repete a fórmula antiga "amigo em apuros é salvo pelo bando", mas mesmo assim é uma graça. Adorei!


As imagens em 3D são demais, mas como comentei no blog da minha prima: "Telinhas e Telonas" (e como ela mesmo opina), o efeito 3D poderia ter sido mais explorado pela Fox, mas mesmo assim, o filme é demais...

Então, para aqueles que gostam de um bom filme de animação: eu recomendo!


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