domingo, 26 de setembro de 2010

Meu Malvado Favorito

Não é nenhum segredo o fato de eu adorar animações. Podem falar o que quiserem, que é infantil, que isso, que aquilo, mas eu aaaaddddooorrrroooo!!!

Por conta disso, fui toda feliz e contente assistir Meu Malvado Favorito (Despicable Me), levando a tira-colo o nada satisfeito Luiz, que não é lá muito fã desse tipo de filme.

Mas enfim, consegui carregá-lo e, para minha surpresa, ele também gostou das maldades despretensiosas de Gru, um super vilão que planeja roubar a lua, mas que no meio do caminho é "obrigado" a adotar três lindas orfãs, Margo, Edith e Agnes, que o ajudam a aplacar a solidão.

Para ajudá-lo a roubar a lua, Gru conta com um adorável exército de coisinhas amarelas, que até agora não descobri o que são, mas que são hilários. (eu quero um pra mim!!!)

Então, se você assim como eu gosta de uma boa animação, garanto que essa aí vale muito mais que a pipoca.

Aproveite!!!


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Em boca fechada não entra mosquito...

Às vezes magoamos os outros sem querer, por pura falta de tato. Alguém te pergunta algo, e você, sem pensar muito na pergunta, solta aquela resposta curta e grossa, e quando vê já falou o que não devia... Se eu fosse mais esperta, teria prestado mais atenção naquele provérbio chinês: "A palavra é prata, o silêncio é ouro".

E ouro vale uma grana danada... pois é, às vezes nos comportamos como cavalos chucros de ferraduras soltas... uma pena... poderíamos dormir sem algumas pataquadas desnecessárias. Mas é assim, quando nos damos conta, Inês é morta... já abrimos nossa enorme boca e deixamos escapar aquela porcaria. Nessas situações, só nos resta esperar a próxima oportunidade de consertar o estrago.

Pensando sobre esse assunto, outra coisa me vem à mente: até que ponto a sinceridade é boa? Mentiras caridosas são perdoadas? Verdade disfarçada é verdade? Ser sempre sincero vale a pena?

Perguntas sem resposta. Provavelmente, alguma alma mais escorregadia diria: "Isso tem que ser analisado caso a caso!". 

E talvez tenha mesmo. Mas uma coisa eu sei... falei caquinha... zero pra mim... 

Dá próxima vez, antes do velório da Inês, melhor parar, pensar, pensar mais um pouco e só depois disso colocar as cordas vocais pra funcionar... Com certeza, isso evitará muitos aborrecimentos completamente desnecessários. 




Guarde a ferradura... ela é mais útil grudada no casco do que saracoteando desnorteada por aí !!!!


O assobio - Dead Combo

, Ví

Isso é que é música boa!!!!! Os portugueses do Dead Combo mandam muito bem.


Essa música é realmente baseada em um assobio... No assobio do comediante português Vasco Santana no filme Pátio das Cantigas (1942), mais precisamente na cena em que ele fala com um candeeiro. Vasco Santana foi um ator adorado pelo povo português, que ainda hoje é lembrado e aclamado lá no além-mar.


E a verdade é que a homenagem ficou mesmo muito linda. Vale a pena conferir!!!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Os contrastes de São Paulo #1

Olhando a cidade pelo pátio do MASP... É aqui, nesta cidade cheia de contrastes, que passei a maior parte da minha vida...

domingo, 12 de setembro de 2010

Há 9 anos e 1 dia...

Hoje faz 9 anos e 1 dia que o mundo parou para ver o que acontecia lá em Nova Iorque. Em 11 de setembro de 2001, as torres gêmeas foram atacadas, destruindo um dos maiores e mais prósperos símbolos do orgulho norte-americano, que hoje só existe na história.

Essa semana muito alarde se fez, protestos aqui, missas ali, ameaças de queima do Alcorão acolá, mas nada de extraordinário aconteceu...

No entanto, ao pensar no passado, lembro exatamente o que estava fazendo no dia 11 de setembro de 2001...

Eu estava no escritório onde estagiava na época, lá perto da Bovespa, com mais dois estagiários, o Pedro e o Márcio. Nós três estávamos abobados na frente do computador vendo a tragédia pelo site do Terra. Ficamos lá parados, achando que tudo não passava de uma espécie de trote.

Não podia ser verdade, aviões sequestrados colidindo em prédios comerciais de Manhattan. Lembro que já tinha sido difícil acreditar na colisão do primeiro avião, quem dirá no segundo. Mas era verdade, e me lembro direitinho daquele dia, lembro do que falamos, do que vesti, de como parecia impossível que o povo mais paranóico do planeta houvesse sido alvo de um ataque terrorista daquele tamanho.

Lembro que os comentários na sala falavam sobre o início do declínio do império estadunidense, retaliações, terceira guerra mundial... palavras, palavras e mais palavras, e eu me lembro de cada uma delas... Incrível como certas coisas continuam nítidas em nossas mentes, mesmo após anos e anos no esquecimento...

Mas e você, por acaso se lembra o que estava fazendo em 11 de setembro de 2001???

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Dom Quixote de la Mancha, seu lindo cavalo branco Rocinante e seu fiel escudeiro, Sancho Pança...

Incrível escultura feita de materiais recicláveis... achei tampinhas, peças de computadores, telefones, óculos, latinhas de refrigerante, brinquedos, várias coisas... As esculturas são enormes!
Essas duas maravilhas estão em exposição no Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2073).
Isso é o que eu chamo de arte... Lindo demais...





O Cavaleiro da Triste Figura não poderia estar melhor representado... Fascinante!
* olha o tamanico da moça ao lado da perna do Rocinante...


Sancho Pança, fiel como sempre...

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domingo, 5 de setembro de 2010

Whatever Works, Woody Allen...

Ontem, Luiz e eu resolvemos nos entreter diante da grande tela vendo o último filme de Woody Allen, "Whatever Works", com o título traduzido por algum motivo desconhecido para "Tudo Pode Dar Certo", que não combina em nada com o filme, mas que em terras tupiniquins ficou assim mesmo.

Pois bem, entramos na sala escura sem saber o que esperar, sem nenhuma informação prévia do que se tratava ou da crítica, talvez a melhor coisa a se fazer antes de ver um filme. Chegar lá neutro, sem opiniões pré-formadas, somente esperando o melhor que o filme pode te oferecer. E no caso de "Whatever Works", a coisa deu certo. Adoramos o filme.

A história fala sobre as neuroses do cotidiano, cinismo, ironia e da busca pelo que funciona para cada um. É uma espécie de monólogo com personagens que ajudam a dar vida a uma história aparentemente incomum, mas nem tanto, cheia de reviravoltas que ajudam a materializar a reflexão sobre o sentido da vida, escolhas e suas consequências.

Tudo se passa em Nova Iorque, cidade que acaba virando mais um dos personagens da história contada pelo rabugento misantropo ateu Boris Yellnikoff, que por obra do destino acaba tendo que conviver com a inocente garota do Mississipi, Melody Celestine. É a história desses dois personagens que o filme desenvolve, mas... não vou contar mais nada para não estragar a surpresa agradável que o filme reserva. 

Portanto, se você tiver um tempinho, aproveite... Tenho certeza de que você, assim como eu, achará que o filme vale muito mais do que a pipoca...

domingo, 8 de agosto de 2010

A gente paga por isso...

(nesse caso específico, os cariocas pagam...)

Hoje, ao limpar minha caixa de e-mails, me deparei com uma informação, no mínimo, curiosa: o projeto de lei carioca nº 3.134/10 que tem por objetivo declarar jesus cristo como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro, de lavra do deputado Édino Fonseca, publicado no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro no dia 9 de junho de 2.010.

A lei, caso aprovada, teria única e exclusivamente dois artigos: o primeiro declarando jesus cristo como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro; o segundo determinando a entrada da lei em vigor a partir da data de sua publicação como lei (no Diário Oficial).

Como ainda é um projeto, o deputado precisa justificar a relevância da pretensa lei para a sociedade. Para tanto, ele começa informando que a bíblia cita várias vezes a expressão "jesus cristo" para designar jesus e escreve um amontoado daquilo que pregam as igrejas, normalmente evangélicas, com direito à seguinte frase:
"O Estado do Rio de Janeiro já O tem como o “Cristo Redentor” reconhecido mundialmente como uma das sete maravilhas do mundo. Ele que não escreveu nenhum livro, mais é personagem do maior número de livros escritos no planeta."
Assim mesmo, e ainda com o mais no lugar de mas. E tem mais (com i): 
"Ao longo de mais de dois mil anos Ele tem sido o principal personagem desses Séculos, sua vida e seus ensinamentos, inspirados em escritores, comentaristas e até críticos, a respeito Dele. Seus ensinamentos tem mudado milhões de vida mundo afora."
Lógica e plural pra quê?

A justificativa inteira do projeto de lei é um suposto resumo da vida de jesus (copiado do Wikipédia - pelo menos ele cita a fonte -), e com a seguinte frase final: 
"Por estas razões e por tudo que temos conhecimento que Ele tem feito pelo nosso Estado e pelas vidas das pessoas que aqui vivem é que solicitamos que seja declarado como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro, apresento este Projeto de Lei, para a qual contamos com o apoio dos meus Pares nesta Casa."
Bom, o Rio já tem a estátua, então qual a causa, motivo, razão ou circunstância para não ter também o monopólio imaterial? Será que vendem isso na farmácia???


E pensar que esse pessoal ganha um salário rechonchudo para fazer isso??? E ainda colar a justificativa do Wikipedia???


Será o apocalipse???
(Perdoai-vos Senhor, eles não sabem o que legislam!!!)





* algumas palavras foram grafadas com letras minúsculas propositalmente.





domingo, 1 de agosto de 2010

DESENCAPETAMENTO À JATO...

Quando eu penso que já vi coisas muito estranhas nessa minha vida, aparece sempre uma mais estranha ainda...

Estava eu, linda e formosa, andando toda serelepe pela Rua Domingos de Morais, na Vila Mariana, em São Paulo, quando passo na frente de um templo evangélico e vejo a coisa mais estranha dos últimos tempos: alí na frente da porta principal de um edifício muito bem construído, ostentando riqueza, uma tenda de acampar com os seguintes dizeres: "DRIVE-THRU DA ORAÇÃO".

O QUÊÊÊ ??????????????????????

Embaixo da tenda, um taxista sentado dentro de seu carro branco, com as mãos no volante e olhos fechados, enquanto um dos "obreiros" daquele "templo", do lado de fora do carro, com a mão na cabeça do taxista, rezava...

Fiquei pasma!!! Pensei na hora: "Esse povo não tem mais o que inventar..."

Aí, saquei meu celular e tirei a foto aí debaixo.


Na hora em que consegui domar meu pequeno celular, o tal do "obreiro" já havia recolhido sua mãozinha "milagrosa", mas ainda estava alí, provavelmente dando o valor do dízimo para o taxista depois do desencapetamento de emergência...

Juro, nessa hora da minha vida meu lema virou: EU MORRO E NÃO VEJO TUDO!!!!!!!!!!!!!!!


domingo, 11 de julho de 2010

Queimando sutiãs...

Em 07 de setembro de 1968, em Atlantic City, EUA, ocorreu um fato que ajudou a mudar o rumo do mundo feminino, o chamado Bra-Burning, conhecido aqui como A Queima dos Sutiãs. A queima mesmo nunca aconteceu, mas o evento concebido por cerca de 400 ativistas do WLM (Women´s Liberation Movement), contra a realização do concurso de beleza Miss América, teve o poder de abalar as estruturas de todo o mundo ocidental.

A mulherada achava que a escolha da americana mais lindinha daquele ano era uma maneira dos homens oprimirem ainda mais as já oprimidas mulheres, explorando comercialmente as virtudes físicas de mulheres fúteis e descerebradas.

Essas feministas distribuíram do lado de fora do local onde acontecia o Miss América, inúmeros "instrumentos de tortura" feminina como sutiãs, sapatos de salto, cílios postiços, laquês, espartilhos, maquiagens, revistas, detergentes, cintas, entre outros utensílios da mesma natureza,  tudo mais ou menos pacificamente, até quando alguém sugeriu que a mulherada tirasse seus próprios sutiãs e colocasse fogo em tudo, o que, infelizmente, não ocorreu (ninguém discorda que seria muito mais emocionante, mas a lenda ficou mesmo assim).

Naquele dia não teve fogueira de São João, pois a Prefeitura não autorizou o incêndio, mas a mídia e a "rádio-peão" se encarregaram de florear o ocorrido, relacionando o movimento com outros da época, como o dos jovens que queimaram seus cartões da seguridade social contra a Guerra do Vietnã e a declaração da jornalista e escritora australiana Germaine Greer de que o sutiã era uma invenção ridícula, repetida posteriormente por centenas de mulheres que achavam que essa peça do vestuário feminino era uma arma anti-sexista da liberação feminina.

Depois disso, em outras partes do mundo, as feministas radicais começaram efetivamente a queimar sutiãs por aí, trazendo mais confusões do que soluções, mas o movimento que originou isso tudo foi muito mais civilizado do que reza a lenda.

Por outro lado, é bom lembrar que quando essa confusão aconteceu, os EUA andava meio conturbado em razão da invasão de suas tropas no Vietnã e o assassinato de Martin Luther King. As expressões da moda eram racismo, sexismo e militarismo. Quase todos os protestos daquela época estavam ligados a um desses temas, tidos como os inimigos da sociedade.

Na verdade, o WLM era uma espécie de sindicato das mulheres que não tinha por objetivo acabar com os homens, mas sim a igualdade de oportunidades para os seres do sexo frágil.

Pois bem, a queima de sutiãs em praça pública não aconteceu, mas a fama de incendiárias perdura até hoje, confirmando a máxima popular: Quem tem fama deita na cama!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Onde há fumaça... há um bigodinho de Hitler...

Onde há fumaça... Pode haver uma enorme fogueira de São João...

Pois bem, hoje resolvi lembrar dos tempos em que morei na terra do croissant... na França.

Acho que todo mundo já ouviu dizer, pelo menos uma vez na vida, que as francesas não são muito adeptas da depilação. Pois é, eu sempre achei que isso era folclore, que não era bem assim, aquelas coisas que nós teimamos em não acreditar.

Mas eis um dia, numa das vezes em que Luiz e eu estávamos andando no metrô super moderno de Toulouse (desses que não tem condutor, pois é todo controlado por computador), Luiz, muito discretamente, como só um homem sabe ser, me dá um cutucão e me mostra uma cena que jamais esquecerei.

Uma francesa, na casa dos 20 e poucos anos, cabelos lisos e sedosos, de blusa regata branca, mostrando orgulhosamente aquele bicho morto grudado no suvaco...

Noooooooooosssssssaaaaa... Desacreditei! Quase não consegui parar de olhar, por mais que eu tentasse desviar, meus olhos teimavam em apontar naquela direção... lá, preto, peludo, descabelado, parecendo um gambá desnutrido apontando aquela cauda peluda descaradamente para a multidão.

Nesse dia meu mundo caiu... era verdade, as francesas não se depilam... e ainda levantam os braços deixando a mostra aquele matagal para quem quiser olhar... Foi o fim dos tempos, o apocalipse, eu não quis acreditar, mas era verdade, estava lá, na minha frente, a alguns poucos passos de distância, a prova incontestável do crime...

Nessa hora entendi que não adianta comprar perfume francês, a amazônia tá lá, escondidinha, esperando uma oportunidade para respirar ao ar livre...

Pois é, depois deste dia tive ainda outras oportunidades de ver uns bigodinhos de Hitler perdidos no meio do povo, mas aquela moça jamais sairá da minha cabeça, sempre lembrarei dela como a pioneira, aquela que quebrou barreiras, aquela que comprovou que onde há fumaça... tem 98% de chance de ter fogo... E que fogo!!!


domingo, 20 de junho de 2010

Brasil 3 x Cavalos de Marfim 1

O jogo foi muito melhor que o anterior, contra a Coréia do Norte. Foi um jogo bonito, jogado com classe e com muita pancadaria dos africanos desesperados. O gol da Costa do Marfim foi uma bobeada monstro da defesa brasileira, que mesmo depois de ver a bola sacudindo a rede, não acreditava na existência do gol bizarro, feito de cabeça pelo "Droga".

A seleção brasileira deu o show que o Brasil estava esperando. Aquele futebol que nos consagrou os melhores do mundo.

Mesmo levando um golzinho, o show brasileiro foi bonito, mas apanhado. Os cavalos africanos machucaram vários jogadores brasileiros, entre eles o Elano, um dos que mais se destacaram nos dois primeiros jogos do Brasil no Mundial.

Se o Brasil continuar neste ritmo, quem sabe avançam mais algumas posições em solo africano...

O juiz francês, que não é lá grande coisa, se embananou ainda mais no segundo tempo deixando de marcar faltas importantes e expulsando injustamente, por causa de um teatro africano descarado, o Kaká, que mesmo não estando no melhor de sua forma física, foi o responsável por dois passes perfeitos que possibilitaram os gols canarinhos. Bem que esse árbitro merecia umas porradas também.

Lá no finzinho do jogo, a confusão foi geral. Todo mundo se estranhando e o Dunga piriri mais revoltado que pobre assaltado. Quando o árbitro apitou o fim do jogo, o piririman correu desesperadamente rumo ao vestiário, com cara de poucos amigos, para ver o que tinha acontecido com o azarado Elano.

É isso aí, tomara que a perna do Elano sobreviva à ferocidade africana, pois a seleção 2010 não será a mesma sem ele.

E dá-lhe Brasil!!! O melhor do mundo!!!!


Dia 25 tem mais... 

Copa do Mundo

A Copa da Mundo está aí e com ela toda aquela animação e expectativa de quem será o vencedor. Os Brasil pára pra ver a bola rolar, as empresas fecham as portas, o funcionalismo público refaz todo seu calendário com base nos dias dos jogos, o caos se instala no trânsito, pois todos querem encontrar a televisão mais próxima.

Eu gosto de Copa do Mundo, eu gosto do patriotismo desarrazoado que atinge, pelo menos, 85% da população brasileira... Tem pessoas que acham uma grande bobagem, e é mesmo, mas é uma bobagem gostosa, que nos aproxima dos amigos, dos colegas, desconhecidos e dos inimigos... mais um motivo pra festejar.

Daqui a pouco começa o segundo jogo da seleção canarinho na África. E que venha a festa!!!!!

Na minha adolescência, quando eu apanhava por roubar latas e mais latas de leite moça...

Não sei... mas hoje estou nostálgica, lembrando dos livros lidos na minha hoje distante adolescência, quando eu realmente apanhava por ser uma viciada em leite moça.

Minha mãe nunca encontrava uma latinha sequer... no mesmo instante em que a lata entrava em casa, já era desviada para o mercado negro que existia debaixo da minha cama... Ai como era bom...  

Naquela época, quando eu tinha uns quatorze, se não me engano, li um livro do Pedro Bandeira. Era um livro para adolescentes, desses que tem na biblioteca da escola. O nome era "A marca de uma lágrima". Um lindo nome para um livro adolescente. Acho que na época o li umas 5 vezes, sempre me emocionando com o drama de Isabel, uma garota que se acha feia e que tem uma enorme espinha no nariz no dia da festa de aniversário de um primo que ela não vê há anos.

Era um livro sem maiores pretensões, mas que ficou guardado na minha memória como uma bonita história de amor. Isabel é uma ótima escritora de poemas que se apaixona pelo primo. Uns dias depois da festa, ela jura de pés juntos que foi o primo quem a beijou debaixo de uma mangueira enquanto ela chorava.

O único problema é que a amiga dela também está apaixonada por este primo e a pede para escrever os poemas que encantam o garoto, e que ele, enganado, pensa que são de autoria dessa amiga. No meio do caminho alguém assassina a diretora da escola e Isabel é a única testemunha. Depois de muito suspense, encontros e desencontros, o livro acaba deixando aquele gostinho agradável, que só um bom romance consegue deixar.

Não sei porque, mas lembrei de "A marca de uma lágrima" hoje, um livro que eu nunca esqueci e que me faz lembrar com alegria meus tempos de adolescente incompreendida...

terça-feira, 15 de junho de 2010

Será culpa da Jabulani???

Não sou nenhuma expert em futebol, mas em ano de Copa me baixa o espírito do Valderrama e consigo identificar até mesmo um lance impedido. Acho que a Copa tem esse poder, fazer gostar de futebol aqueles que normalmente não vêem nada de espetacular em 22 homens bobocas correndo atrás de uma bolinha besta... Mas como meus poderes de comentarista de futebol aumentaram consideravelmente com o Mundial, tenho que dizer que presenciei uma vergonhosa estreia do Brasil na Copa do Mundo.

O time ganhou, pois era sua obrigação moral, mas o primeiro tempo foi aquele sufoco, pouquíssimos lances dignos de gol, um Brasil apagado por um adversário sofrível. A única coisa boa da Coréia do Norte foi o chorão, que já começou a chorar no hino da Coréia e depois deu um bom trabalho para os meninos do Dunga.

O Dunga, com aquela cara de piriri, mostrou que seu esquema tático, se é que ele existe, é fraco e falho, e que se ele quer chegar pelo menos até as quartas de final, terá que resolver isso logo. Teimosia é o seu lema, tomara que ele consiga arrumar o time até lá, já que não tem outro remédio a não ser engoli-lo e degluti-lo, como diria o ilustre camarada Collor.

O Kaká deveria ter sido tirado de campo já nos primeiros 10 minutos do primeiro tempo, ou melhor, não devia nem ter entrado lá. A cada chute a jabulani ia pra qualquer lugar, menos na direção dos jogadores brasileiros. O Lúcio não fez nada, nem sei o que ele estava fazendo lá.

O único que estava um pouquinho melhor foi o Robinho, que passou a bola pelas pernas de um coreano qualquer logo no início da partida, mas, infelizmente, não conseguiu finalizar nenhum de seus lances, pois era o jogador mais marcado em campo.

Conseguiram brilhar, com 1 gol cada, Maicon e Elano, depois de levarem uns petelecos do Capitão no intervalo do jogo. O Dunga piriri deve ter dito poucas e boas para os estrelas murchas do time brasileiro.

O segundo tempo, depois da pancadaria do capitão, foi melhor, mas ainda assim, a vacilada brasileira custou 1 golasso da Coréia do Norte no melhor timeco do mundo, o gogó de ouro Brasil.

Juro que me decepcionei com o desempenho do Brasil em campo. Pra quem tem fama de ser o melhor, só vimos um timeco de segunda ganhando de um timemereco de sétima.

Claro que a vitória ou derrota do Brasil no Mundial não afetará em nada a minha vida, nem a sua, mas é isso aí, esse é o assunto da vez, e afinal... Copa do Mundo, ano de eleição, greve do funcionalismo público, Brasil parado, esse é 2010, o ano que ainda não começou...

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Correria ou ócio nada criativo?

Estes dias foram corridos ou minha mente que está num ócio nada criativo? Acho que fico com a segunda opção, pois a primeira tá meio furada...

Ando meio sem assunto, não tenho muito o que dizer... Não há nada que tenha me inspirado nos últimos dias... Luiz e minha mãe viajaram, cada um para um lugar, os dois para o sul... só que um mais perto e outro mais longe... Coréia do Sul um, Rio Grande do Sul outro...

Amanhã um volta, quinta-feira, feriado, outro volta... Aí, meu pai, Zilú e eu não estaremos mais abandonados...

É só isso, quem sabe depois que a macacada estiver reunida, minha mente volte a funcionar... se é que ela funcionou um dia!

Vou esperar pra ver...

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Esse tal de consumo consciente...

Hoje, enquanto estava no banheiro refletindo sobre o meu papel no mundo, acabei escutado o papo de uma dupla viciada em moda. Aí, neste momento, deixei minhas divagações de lado para prestar atenção naquela conversa tão instrutiva, e foi aí que constatei, mais uma vez, que a moda é como o papai noel... algo que o capitalismo selvagem inventou para encher seus cofrinhos esvaziando o bolso da massa descerebrada.

Veja bem, se este ano a moda é sapato de bico fino, no ano seguinte será bico redondo, para obrigar os consumistas de plantão a acabarem com seus salários nas caixas registradoras de alguma loja nada altruísta. Esse ano a cor é nude (termo chic para o velho e monótono bege-calcinha), o ano que vem será verde-esmeralda, no outro, vermelho-fogo, rosa-chiclete e assim por diante...

E nesse meio tempo, quem não tem mesmo muito na cabeça, e às vezes nem mesmo no bolso, se esbalda comprando o que não precisa e deixando ainda mais rica a indústria da moda descartável.

Aí notamos que ninguém está interessado no tal do consumo consciente, e sim nos gastos inconsequentes... De consumo consciente os consumistas de carteirinha só gostam mesmo é de falar... pois depois da primeira dose, a coisa já descamba para a loucura desenfreada...

E aí, já seguiu a moda hoje???



domingo, 9 de maio de 2010

Filosofia barata... pero no mucho...


Ultimamente tenho visto o aumento vertiginoso de livros no estilo: a bobagem e a filosofia. Tem "Beatles e a Filosofia", "Pink Floyd e a Filosofia", "Seinfeld e a Filosofia", "House e a Filosofia", "Lost e a Filosofia", "Metallica e a Filosofia", "Os Simpsons e a Filosofia", e assim por diante.

Parece que estes livros estão tão na moda, que a cada semana é lançado um novo título. Tenho a impressão que a onda dos livros de auto-ajuda deu passagem aos livrecos abobrinha-filosofia. Toda vez que passo em frente a uma livraria me espanto com o novo exemplar publicado. Será que eles usam um formulário filosófico e só mudam o tema de comparação?

Esse povo consegue mercantilizar tudo, qualquer coisa vira alvo dos caça-bolsos... ah, se o primeiro vendeu, vamos fazer outros iguais, com pequenas variações, para que os pseudo-intelectuais-capitalizados se esbaldem e encham nossos cofres já inflados.

Tem momentos em que o capitalismo selvagem me irrita. Daqui a pouco sai um "Bozo e a Filosofia" que infestará as prateleiras das livrarias nacionais e custará a pequena bagatela de R$79,99, num país onde há isenção fiscal para o papel...

E vamos vivendo nossa vida, assistindo a novela dos oito e esperando o próximo "Viver a Vida e a Filosofia"...

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sábado, 8 de maio de 2010

Emotional Destroyers...

Às vezes é intererssante observar o descontrole de certas pessoas. Imaginem um ser que num ambiente de 20 pessoas, consegue, sozinho, desestabilizar todas as outras 19. Esse tipo de pessoa existe e pode ser completamente competente no que faz, mas, normalmente, o é individualmente, pois sempre que for preciso interagir com o ambiente externo, o caos estará instalado.

Tentanto analisar superficialmente a carga emocional desses destruidores emocionais, percebemos que, geralmente, são pessoas com algum tipo de frustração passada. Elas podem ter sido crianças sozinhas, com pais superprotetores ou ausentes, ter sofrido algum tipo de segregação social quando jovens, desilusões amorosas, dificuldade em estabelecer vínculos duradouros de qualidade, necessitam desesperadamente de atenção, muitas vezes são egocêntricos e assim por diante.

Olha, não sou nenhuma expert em psicologia, mas há vezes em que me pego pensando neste tipo de coisa, sem pretensões, claro! Na verdade, só escrevo um amontoado de besteiras para externar meus insólitos pensamentos, que, na maioria das vezes, não possuem nenhuma lógica. Além disso, nem posso dizer que não me enquadro nessa categoria... vai saber como o povo me enxerga...

Contudo, voltando ao tema central do post, esses destroyers também possuem seus momentos de interação criativa, até mesmo simpática, mas, infelizmente, tudo não passa de rompantes. Às vezes acho complicado conviver com esse tipo de pessoa, mas enfim...viver em sociedade é isso aí, saber conviver com as diferenças... então... Vive la différence!!!!!!!!!!!!!


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domingo, 2 de maio de 2010

Os violeiros invadiram a cidade...

Ontem começamos o dia bem, fomos tomar um café da manhã de paxá lá na Lapa... All you can eat... Na verdade eles chamam de brunch... mas como eu tô no Brasil, é cafezão da manhã mesmo!!!! 

Luiz e eu comemos tudo o que tínhamos direito e um pouco mais, esse foi nosso mimo do mês... outro desse só no mês que vem...

Depois do Festival da Boa Comilança, como estávamos de sola, tivemos que pegar um ônibus até a Paulista. Na viagem entrou um violeiro meio xoxo cantando Culture Club (lembram do Boy George, aquele do "Karma, karma, karma, karma, karma, chameleon"), pois é, esse mesmo... o cara cantou 1 minuto de música num inglês que mais parecia mandarin e fez aquela sugestãozinha básica: "Quem quiser colaborar...".

Ninguém colaborou... e o violeiro murcho, desanimado, pegou sua viola, botou na sacola e foi cantar em outra freguesia.

Descemos do balaio logo depois do violeiro e fizemos nossas comprinhas lá na Paulista. Aí, na volta pegamos outro ônibus, dessa vez, sentido Dr. Arnaldo, e, para nossa surpresa, lá estava outro violeiro. Pensei: "Nossa, virou festa!".

Só que para meu espanto este era bem mais animado, com outro espírito... Ele, bem esperto,  atacou de Raul Seixas, "Durando Kid só existe no gibi..." e Cássia Eller.

Muito mais simpático do que o violeiro anterior, esse ainda fez firula e sugeriu: "Quem gostou bate palma", e o pessoal, inclusive eu, aplaudiu com gosto. Ele, feliz, avisou que passaria o chapeuzinho, aquela coisa toda, e depois de arrecadar um troquinho, inclusive mais de três reais nossos, ainda disse que teria um chorinho e fechou com "Pode vir quente que eu estou fervendo"... 

Saímos contentes dessa viagem, pois a simpatia do violeiro anônimo alegrou um pouco mais o feriado que para sorte da galera, caiu no sábado... Mas isso tudo me fez pensar em como duas pessoas na mesma situação podem ter resultados tão diferentes. 

É o humor, é a energia que a pessoa dedica ao que faz que a diferencia do comum, do igual, do sem graça. Se a pessoa gosta do que faz, ela faz bem feito. Fazendo o que se gosta, fazemos com gosto, nos doamos com mais entrega e o resultado é muito melhor.

Caso contrário, coleguinhas, ficamos no 1 minuto de Boy George mesmo... E nossos dias ficam muito mais cinzentos...



sábado, 24 de abril de 2010

Let's dance little stranger...

Dance with me by Nouvelle Vague... dá vontade de dançar agarradinho...



Pra quem nunca ouviu falar do Nouvelle Vague, já falei da banda no post A nova onda do Nouvelle Vague...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

5 conto tia !!!


Sexta passada passei o dia na casa da sogra fazendo bombons e ovos de páscoa. Derretemos uma barra de 2,5kg de chocolate ao leite. Hummmm... uma beleza de sexta-feira santa. Nunca tinha comido chocolate derretido com banana, mas nossa... que delícia.

Depois dessa "upalumpada" toda, Bia, Dariana, Luiz e eu resolvemos acabar a noite de um jeito mais cult, fomos ao teatro ver "Sonhos de uma Noite de Verão", de Shakespeare, sugestão do jornal Gazeta de Santo Amaro, com tiragem de 3.000 exemplares e distribuição gratuita.

Assim... depois de procurarmos, sem sucesso, um barzinho pra comer uma batata frita santificada depois de tanto chocolate, nos dirigimos ao teatro Paulo Eiró. Logo na chegada, um ser assexuado nos abordou pedindo a singela quantia de R$ 5,00 para olhar minha carroça, que, por acaso, foi estacionada na rua ao lado do teatro.

R$ 5,00 ??? A inflação tá pela hora da morte no ramo da flanelagem, né? Eu, hein !!!

Pois bem, seguimos para a bilheteria e compramos nossos ingressos a R$ 5,00 cada, o preço do flanelinha... acho que ele, ou ela, estava arrecadando para ver a peça... só pode ser.

Mas enfim, pagamos as entradas e fomos logo avisados que a peça começaria do lado de fora do teatro e depois todos entrariam juntos na sala... Achamos um pouco estranho, mas esperamos assim mesmo. De repente começou uma batucada lá na rua, dez pessoas vestidas de branco fazendo fuzuê do lado de fora. No início achamos que não era a peça, mas algum grupo religioso comemorando a sexta-feira santa de uma maneira mais efusiva, mas aí o pessoal foi se aproximando, aproximando, e vimos que era isso mesmo.

A primeira frase da peça foi "Os leões rugem..." e nessa hora me segurei para não soltar um "roarrrrrr"... afinal, a peça não era interativa... mas foi por pouco.

Realmente, o início da peça foi alternativo demais para nós, pobres mortais convencionais, tanto que na hora de entrarmos, escolhemos um lugar bem perto da porta, sabe como é... qualquer emergência, é mais fácil achar a saída.

Mas, como nem tudo são rosas, uma das atrizes gentilmente nos obrigou a sentar mais perto do palco, afirmando ser muito melhor ver a peça de lá. Aí, os quatro patetas de sorriso amarelo não puderam fazer outra coisa, a não ser acatar a simpática sugestão da protagonista da peça. Sentamos perto do palco.

As luzes apagaram, rufaram os tambores, os atores tomaram seus postos e o espetáculo começou...

Ainda bem que sentamos mais perto do palco, pois nossa surpresa foi a melhor possível. Depois daquela alternatividade toda, a peça surpreendeu muito mais do que assustou. Passamos minutos de puro deleite sentados nas poltronas confortáveis do Paulo Eiró.

5 conto bem gastos aqueles. O pessoal juntou Shakespeare com o cancioneiro popular e deu certo. Nos divertimos. Até o Luiz - que diz não gostar de teatro, pois é a mesma coisa que televisão, um monte de gente brincando de faz de conta - se divertiu e aproveitou o evento cultural.

Ponto pra mim, que agora poderei levá-lo ao teatro mais vezes, sem que ele me apoquente as idéias.

O final da peça foi todos os atores e a plateia de mãos dadas numa ciranda gigante... pézinho pra frente, pézinho pra trás... Muitos aplausos e aquele pedido de sempre: Se gostaram, recomendem aos amigos, se não gostaram, aos inimigos...

Já de volta ao meu poisé envenenado, me recusei a pagar R$ 5,00 ao ser assexuado, afinal, pra deixar o carro na rua... mas dei R$ 2,00, e ele, ou ela, não reclamou...

Fui pra casa satisfeita e feliz... portanto, se alguém me perguntar sobre a peça, direi: Eu recomendo!!!


domingo, 28 de março de 2010

Cidade da garoa...

O trânsito dessa louca cidade chamada São Paulo pode deixar qualquer um à beira de um ataque de nervos. O paulistano, trabalhador, precisa sair de casa com, no mínimo, duas horas de antecedência para tentar, veja bem, tentar chegar pontualmente em seu serviço.

Quem mora um pouco mais longe pode demorar mais de três horas, isso só na ida... São preciosas horas que perdemos todos os dias. Motoboys se matam na ânsia de chegar mais rápido que a velocidade do som. Motoristas se estapeiam por causa de 10cm de rua, trabalhadores e estudantes se espremem como sardinhas nos ônibus e metrôs da terra da garoa.

Quando chove, então, a cidade literalmente pára, ninguém entra e ninguém sai... só consegue sair do lugar aqueles que são levados pelas enxurradas, mas te garanto que estes preferiam sofrer no trânsito dessa cidade tão linda quanto louca e cruel.

Pois é, eu sou uma paulistana maluca que ama essa loucura, apesar de reclamar dela incansavelmente. Contudo, não sou cega para o que acontece. A cidade está lotada, não cabe mais ninguém, e apesar disso, as montadoras de carros continuam batendo seus recordes de vendas, oferecendo suas entradas facilitadas e anos da sua vida para pagar seu "poisé" envenenado.

Nessa terra de gente trabalhadora não existe transporte público suficiente para o tamanho absurdo da população. As pessoas sofrem ataques fulminantes por causa do stress, rumo a, parece, uma “vida” mais calma. É gente gritando, buzina tocando, pessoas suando, trabalhadores correndo na direção do contracheque defasado.

Essa é a vida do paulistano... correria, trabalho, horários e responsabilidades...

São Paulo, a cidade da garoa...


quinta-feira, 25 de março de 2010

Só pra saber se funciona...

Só um teste... só pra ver se esse negócio de postar por e-mail funciona mesmo... 

Nossa... não é que funciona... muito bacana!!!!


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domingo, 14 de março de 2010

O Rio de Janeiro continua lindo...

No fim de semana passado estive lá na cidade maravilhosa, visitando uma amiga que conheci em solo tudesco. Ela voltou para Alemanha ontem, por isso não pude deixar de vê-la e dar meu último abraço de despedida de 2010.

Cheguei no sábado, voltei no domingo. 12 horas de viagem, 12 horas que valeram cada minuto só pra ficar um pouquinho perto dela. Depois da despedida, peguei um ônibus com um fortíssimo ar condicionado rumo à Rodoviária.

Em meio às lágrimas que refletiam o cinza do céu carioca, não pude deixar de constatar que o Rio de Janeiro continua lindo... Que o Rio de Janeiro continua sendo o Rio de Janeiro, fevereiro e março...

Uma cidade cheia de contrastes intrigantes... de uma beleza única... de um clima interessante...


Realmente, apesar dos pesares, o Rio de janeiro continua mesmo lindo...

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Desculpas esfarrafadas...


Faz um tempão que não coloco nada aqui no blog... Uma hora é a falta de tempo, outra hora a falta de oportunidade, e na maioria das vezes é a falta de inspiração mesmo.

Quem passou por aqui nos últimos dias, viu vários vídeos do Nouvelle Vague... Mas não pensem que eu só escuto isso não, é que um dia, num passado distante, eu programei várias postagens sobre vídeos dessa banda que me cativou, mas a ideia era ter várias outras postagens entre os vídeos, mas não aconteceu assim...

Mas agora, que parece que as coisas se estabilizarão, creio que terei mais tempo de escrever minhas bobagens por aqui... mas mesmo assim, e apesar de tudo, vejam e escutem o Nouvelle Vague, tenho certeza que vocês não se arrependerão...

*Créditos da ilustração: Dudiu Rio Branco.



Blue Monday...

O clássico dos anos 80, Blue Monday, do New Order no estilo Nouvelle Vague...



Pra quem não conhece o Nouvelle Vague, leia o post The killing moon...

terça-feira, 2 de março de 2010

Dancing with myself...

Na onda das releituras dos clássicos oitentistas, vale a pena conferir o que o Nouvelle Vague fez com a hino do louquíssimo Billy Idol, Dancing with myself...



Pra quem não conhece o grupo Nouvelle Vague, leia o post The killing moon...

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Love will tear us apart...

O clássico oitentista Love will tear us apart da banda inglesa Joy Division no estilo ímpar de Nouvelle Vague é algo que vale a pena conferir...



Pra quem ainda não ouviu falar de Nouvelle Vague, leia o post Nouvelle Vague...

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