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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Orgulho de ser brasileiro... Hummmmmmm...

(na Terra da Garoa num calor miserável, literalmente cozinhando no bafo...)

Brasileiro que é brasileiro não gosta de ninguém falando mal do Brasil, a não ser que o maldizente também seja brasileiro... Aí é só dar as mãos e reforçar a insatisfação nacional.

Pois é, eu não queria falar, mas não tem jeito. Minha indignação é tão grande que não dá pra ficar calada.

Para o ano de 2014, como preciso anotar inúmeros compromissos em local de fácil acesso (e gosto das coisas à moda antiga - papel e caneta), resolvi comprar a agenda anual da Moleskine, versão pocket. Muito bem, escolhida a agenda, lá vamos nós atrás da bendita... 

Livraria Cultura só tinha a versão 2013 - da qual eu não preciso - e a versão 2014 com um Jedai em relevo na capa - por módicos R$101,00 (uma fortuna!!!).

Livraria Saraiva só tem para venda online, e de capa vermelha, por mais módicos ainda R$ 129,00... ulalá...

Uma outra livraria, que até esqueci o nome, apresentou a agendinha pela pechincha de R$ 179,00... quase caí pra trás!!!

Puxa, como pode uma agendinha pocket ser tão cara???

Triste em razão do cenário nada promissor para o meu bolso, Luiz resolveu procurar a agenda no site da Amazon norte americana e tchanannnnnnnnn... Lá estava ela por US$ 16,71... o que convertendo para reais (cotação de hoje: R$ 2,30), equivaleria a R$ 38,43.

De mais de 100 para 38, já foi uma boa caminhada né?

Mas ainda temos o frete... Sei que ao todo a compra ficou em torno de US$ 24,00, o que equivale hoje a R$ 55,00. Dá pra acreditar???? Não!!!

Para uma agendinha, eu ainda acho R$ 55,00 bem salgadinho, mas eu estava de olho nela desde o ano passado e ela me acompanhará pelo o ano inteirinho... e mesmo importando a bendita da terra do Tio Sam, ainda assim pagarei mais da metade do preço que as lojas cobram aqui no Brasil para um produto que será enviado para minha humilde residência de avião via vôo internacional (a agenda é mais chic que eu)!!!! 

Essa é a hora de soltar aquele: Que puuuuuxa!!!

Porém, não quero dizer que isso tudo é somente culpa dos impostos, porque não é. Uma boa parte da culpa é sim da carga tributária (e põe boa nisso), mas a outra é de quem realmente acha que brasileiro tem um adesivo escrito "otário" colado bem no meio da testa.

É ou não é para se envergonhar de ser brasileiro???

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

2012...

Ontem resolvemos ir ao cinema...

Pois bem, como eu sou uma pessoa antenadíssima no mundo cinematográfico, cheguei no Cinemark sem nem mesmo saber qual filme seria visto e, muito menos, do que os que estavam em cartaz se tratavam... A escolha estava bem assim: ou escolhia o filme do Michael Jackson ou escolhia o 2012...

Depois de muito pensar, chegamos à conclusão de que o Michael não ia rolar, porque filme de celebridade excêntrica que acabou de bater as botas é fogo na roupa, então... 2012 na cabeça.

Depois de pagar os ingressos, descobri que o filme era sobre a catástrofe que irá assolar o mundo em 2012 e matar toda a galera da terra, previsão esta feita por uma "pá" de gente, inclusive pelos nossos primitos Maias...

Entrei na sala achando que ia ver mais uma daquelas porcarias de filmes catastróficos em que os USA salvam o mundo... e na verdade não me enganei, é isso mesmo, o primeiro lugar a ser destruído é Los Angeles, o presidente estadunidense é o cara mais altruísta do mundo... blá, blá, blá...

Mas me enganei quando pensei que o filme seria um lixo. Claro que não é o melhor filme que eu já vi na minha vida, mas conseguiu prender minha atenção, e um pouco da minha respiração, pelas duas horas e meia de duração. Uma parte engraçada é quando passa o Cristo Redentor caindo e o apresentador de televisão falando "Óh Meu Deus! O Cristo está caindo...", hahaha...

Fiquei surpresa, positivamente, quando descobri, já sentadinha na minha poltrona, que o John Cusack e o Woody Harrelson fazem parte do elenco. E sabe que a película flui, prendendo a atenção do começo até o final, fazendo com que aquelas duas horas e meia não sejam tão cansativas.

Pode não ser o filme do ano, mas dá pra passar um tempinho sentado na cadeira sem achar que jogou dinheiro fora. Se não pela história, que não é lá grande coisa, pelo menos pelos efeitos razoáveis do Roland Emmerich, que adora destruir tudo o que tem pelo caminho.

O final é meio humorista... mas dá pra encarar...

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